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Ninguém é feliz sozinho

Ninguém é feliz sozinho

Não podemos deixar que o medo e o ódio ganhem

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Os atos terroristas levados a cabo no final da sexta feira, dia 13 de novembro, em Paris, atormentam as nossas sociedades livres, multiculturais, tolerantes e respeitadoras da diferença. Não digo que sejam sociedades perfeitas, mas recordemos que não será por acaso, que há neste instante, milhões de pessoas a quererem viver entre nós.

Ora, estes atentados, acima de tudo, atormentam e entristecem as nossas consciências.

Porquê?

Para quê tanto ódio? 

São as questões que todos nos colocamos.

Mas lembremo-nos que é isto que os terroristas pretendem, encher-nos de medo, impedir-nos da assistir a um concerto, de vibrar com um jogo de futebol ou de apreciar o entardecer numa esplanada.   

Apesar de sabermos que ninguém está a salvo, devemos reagir e recusar ceder. O ódio não pode vencer, terá de ser a nossa resposta.

Já agora uma questão lateral, sendo o Semanário «Expresso» um jornal de referência em Portugal, como compreender que a sua última edição, distribuída no sábado dia 14, não contenha qualquer referência a estes acontecimentos? Com os meios de agora, como explicar este silêncio, quando todos os outros jornais, diários, conseguiram trazer estas notícias para as suas primeiras páginas?   

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