Flor que se cheire
Aqui vai um jarro, que nunca ouvi gabar pelo seu perfume e que me fez lembrar um episódio recente da política portuguesa.
Na verdade o ex-ministro da cultura, João Soares, não parece ser flor que se cheire.
Em cerca de quatro meses, tantos foram os seus mandos e desmandos, foi o caso do Centro Cultural de Belém, tivesse ou não razão nas sua apreciação, não julgo ser maneira de tratar pública e ostensivamente o seu anterior dirigente e agora, na oferta de «bofetadas» aos seus críticos. Ora talvez que com a sua demissão, a cultura possa respirar serenamente e de alívio.
