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Ninguém é feliz sozinho

Ninguém é feliz sozinho

A mobilidade em Lisboa

metro 1.jpg

Baixou este ano, significativamente o preço dos passes mensais para os transportes públicos na zona da Grande Lisboa. Boa medida, finalmente, diremos todos. 

É preciso agilizar o transporte público, reduzir a utilização de viaturas privadas, ordenar o estacionamento citadino. Tudo  intenções louváveis.

Mas o que aconteceu na verdade? Houve de facto um aumento de uso dos transportes coletivos, que não estavam, nem  brevemente estarão, preparados para tal enchente. Os comboios vão cheios e não respeitam os horários estabelecidos, os barcos são escassos para a afluência e então do Metro nem se fala.

O pessoal vai ali entalado, sem espaço para respirar e a rezar para que ao menos não haja interrupções na linha e a viagem passe rápido.

E  os carros na cidade parece que não diminuíram, pelo menos que se veja. 

Pois é, as boas intenções só, não chegam é preciso mais.

 

 

A tortura da ida à praia

mar e sol.jpg

A grande maioria dos portugueses gosta de praia e sei que uma percentagem ainda maior adora o mar, a água, os lagos ou os rios.

Por isso, calculo que este «post» vá cair mal para muito boa gente. 

Mas o que tenho constatado em pleno mês de Agosto, parece-me  uma grande insanidade. Logo de manhã cedo, e quanto mais cedo melhor, começam os carros a afluir na difícil tarefa de descobrir uma agulha no palheiro, ou seja, um lugar para estacionar.

Aparcada a viatura, muitas vezes em completo desrespeito ao Código da Estrada, correm as famílias para as areias, com as lancheiras, os chapéus de sol, as cadeiras, mais as crianças com os seus pertences e ainda os avós, estes com maior ou menor dificuldade motora. 

Chegados ao areal vá de montar o estaminé. Tarefa igualmente complicada, pois que a praia está quase, quase cheia, e ainda por cima a maré está a subir. 

E depois há o sol a queimar, os banhos, com água fria de enregelar os ossos, o vento, a areia nos olhos e nas merendas, e por fim, o regresso penoso até casa, com a pele ressequida e os fatos de banho ásperos de sal.

Ai praia, praia...não seria melhor alternativa, uma manta estendida em cima da relva, debaixo da sombra  de uma frondosa árvore?

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