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Ninguém é feliz sozinho

Ninguém é feliz sozinho

Os táxis, as suas guerras e as nossas pausas

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Apanhar um táxi para mim, significa amiúde, vencida pelo cansaço, pelas distâncias, pela pressa, uma pausa no dia.   

Quantas vezes, com receio da reação do taxista, supliquei ao entrar, se o senhor não se importasse de me levar só até ali, eu sei que é perto, mas estou com estes pesos, com uma dor na perna, enfim...

Depois desta preparação, não me lembro de ter obtido comportamentos desabridos.

Mas lá que os temo, isso é verdade.

Desabridas e de meter medo, foram ontem as manifestações dos taxistas contra o sistema de carros de aluguer Uber.

Não sei se os taxistas não terão alguma razão e também não quero ir por aí, mas se a têm, perdem-na ao baterem nos seus próprios colegas que continuavam a trabalhar.

São cenas que não dignificam nenhum grupo profissional. 

E para os passageiros a viagem deixará concerteza de ser uma pausa.

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