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Ninguém é feliz sozinho

Ninguém é feliz sozinho

Os morangos do tio António

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Foi há muitos anos. O tio António tinha visto um bonito anúncio num jornal, (no tempo dos jornais e no tempo em que estes traziam tais anúncios),  divulgando uma variedade de morangueiros, que se podiam criar em vasos nas varandas e que abasteceriam as famílias com uns vistosos e apreciados morangos.

Vieram os pés dessas plantas. Arranjaram-se vasos novos, terra e adubo. E esperou-se.

Os morangueiros cresciam depressa, verdes e bonitos.  Rapidamente deram flor e depois no meio da flor apareceram umas bolinhas verdes, que pouco a pouco ficaram rosadas.

Todos os dias a família namorava a promessa dos moranguitos, aguardando.

Mas os pássaros descobriram-nos e comeram os morangos num instante. Sobraram talvez uma meia dúzia deles que ainda se provaram mas que não convenceram ninguém. Os morangos da praça eram bem melhores.

Agora o que surgiu esplendorosa no meio dos vasos foi uma bonita hera trepadeira que se agarrou à parede e que durante alguns tempos embelezou a varanda.

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