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Ninguém é feliz sozinho

Ninguém é feliz sozinho

Olha que simpatia

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A ideia é incentivar o arrendamento, dizem. Por isso, algumas Câmaras Municipais aprovam medidas de redução do IMI, Imposto Municipal sobre Imóveis, para as casas arrendadas, mas terá de ser o senhorio ou proprietário, a requerer anualmente esta redução, durante o mês de Novembro. As Câmaras enviarão depois estes pedidos ao Fisco, que é a entidade que liquida o imposto. 

Até aqui tudo bem. Porém são exigidos aos proprietários vários comprovativos, que o Fisco já dispõe, entre os quais cópia de certidão da conservatória do Registo Predial emitida há menos de um ano, ou código de acesso à certidão permanente.

Tudo isto tem custos. Custos que muitas vezes não compensam a redução do imposto.

Para quê, então exigir tais comprovativos? Só para fingir que se fez uma redução? Será que a famosa «modernização» não pode simplificar esta coisa? 

Quando a esmola é muita o pobre desconfia, olha que simpatia, pois então.

A escolher o vestido de noiva

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Qualquer mulher sabe que a escolha de um vestido de noiva não tem nada de fácil.  Mesmo aquelas que nunca se casaram ou nunca foram madrinhas ou nunca tiveram uma filha noiva... a menos que nunca tenham, sequer escolhido um vestido para elas próprias.

Pois se escolher um simples vestido, já pode ser difícil, agora imaginem a escolha de um traje adequado para o grande dia, com tudo o que se sonhou, com toda a tradição e cultura impostas.  

E depois os acessórios, são outro desafio, a cauda, o véu, os sapatos, os adereços, a roupa interior... e o cabelo?

Pois, serenidade é precisa, que entre o escolher e o decidir vai ainda um passo de gigante.

 

A simpatia dos condutores da Carris

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Estão as redes sociais cheias de arrazoados contra os motoristas ou condutores dos transportes públicos e entre os quais, também da Carris.

Pois vou contar o que me aconteceu num destes entardeceres, já noite, com a mudança de hora.

Entrei num dos elevadores de Lisboa e tentei validar o passe na maquineta, que me acendeu a luz vermelha, «título inválido». Ainda pensei que fosse engano, mas ao confirmar as datas, verifiquei que a validade já tinha passado.

Quando ia a abandonar o veículo, disse ao motorista, que não tinha bilhete e que iria pelas escadas.

Sempre era a descer, do mal, o menos.

Vai então o senhor, com uma piscadela de olho, fez-me sinal para eu entrar e assim segui viagem até cá abaixo, num instantinho. 

E aqui fica o registo, para contrariar a onda de críticas contra estes profissionais. Que também os há amáveis e compreensivos.

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