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Ninguém é feliz sozinho

Ninguém é feliz sozinho

Sugestões para passeios de primavera

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Apesar da primavera que tarda, ou então mesmo por causa dessa tardança, vamos lá pegar no carro e dar um belo passeio em família ou com amigos, por essas nossas boas estradas, as tais que estamos agora a pagar com juros e outros acrescentos, até ao Redondo, Alentejo.

Aí pertinho da Aldeia da Serra de Ossa, fica este restaurante de comida tradicional alentejana, o Chana do Bernardino, caprichada e de bom gosto, capaz de satisfazer os mais exigentes.

Ele são os enchidos, o cozido, o borrego, as migas e outras iguarias.

Certo, é que ninguém se vai arrepender. Para além dos comeres e beberes, ainda existe na região, muito património para visitar, com destaque para o Hotel Convento de São Paulo, na Serra de Ossa, também merecedor de uma boa visita ou até pernoita. 

http://www.hotelconventosaopaulo.com/aqui

Mudanças, aquele terror

vasos pendurados.jpg

Para muita gente, as mudanças de casa são um pavor e com razão. Mas depois vem a parte boa, que é podermos fazer um recomeço, arranjar finalmente as cadeiras estafadas, os móveis manchados, escolher tecidos modernos, pendurar os quadros de outra maneira, e sobretudo, despachar lixo e inutilidades.

Por razões desta vida, que, como sabemos, é como um interruptor, tanto pode estar para baixo como para cima, fiz uma mudança da Ericeira para Sesimbra.  

Cansativa a mudança, é certo, mas gratificante, agora que as coisas já estão «quase» no seu novo sítio certo.

E aqui vai uma confidência, na primeira noite passada no novo lar, fomos presenteados à meia noite com um belo fogo de artifício em cima do mar, pois que era dia de festa em Sesimbra. Pena foi que as forças vivas sesimbrenses não o tivessem divulgado melhor, pois não vi qualquer anúncio ou cartaz na vila.

Por isso vos deixo com imagens de uns bonitos vasos pendurados que podem servir para embelezar qualquer varanda, com ou sem mudanças. 

 

Ai Lisboa, tão maltratada

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Quem nos dera o remanso e o sossego deste ou de outro jardim lisboeta. Esta é a imagem de Lisboa que todos apreciamos.

Jardins limpos e bem cuidados, canteiros com belas plantas, lagos e fontes, parques infantis, de forma a que todos pudéssemos usufruir desses espaços. 

Só isso e o melhoramento dos pisos das ruas e das calçadas dos passeios, e ainda a reparação de atos de vandalismos, já deveriam manter a Câmara  e as suas finanças ocupadas.

Mas ciclicamente, como se de um vírus maldoso se tratasse, lá vem a febre das novas obras.

Que agora chegou em cheio e vai durar, e se tudo correr como previsto, o que nunca corre, bem o sabemos, pelo menos, até à próxima primavera. E o trânsito acumulado. e as obras ao lado, por exemplo na Rua Cinco de Outubro, que estão longe de ter acabado? E vem aí ainda mais a obra da «Segunda Circular»? 

Começaram esta semana as obras de «requalificação do eixo Marquês de Pombal até Entrecampos». O que é isto da requalificação? E para que serve? Fazer mais esplanadas, mais pistas para bicicletas, serão assim tão necessárias?

Acho que é vontade de gastar dinheiro no acessório, que não no essencial.

Os lisboetas estão fartos de obras desnecessárias, quando vêem todos os dias, tanta coisa a necessitar de melhoria na cidade. 

A saúde de todos nós

estatua mulher.jpg

Precisei de me deslocar ao Centro de Saúde de Sete Rios, para revalidar a vacina do tétano, que como sabem tem uma eficácia de 10 anos. Atenção por isso às datas das vossas vacinas.

Quando se tem crianças à nossa volta, andamos mais atentos, depois vamos esquecendo estes bons hábitos.

Antes de ir, pretendia saber ao certo, as horas e os dias da vacinação e vai de «googlar» o Centro de Saúde.

Só encontrei maus comentários, de demoras e atrasos nas consultas, de não atendimento do telefone, de tempos de espera e outros queixumes.

Por fim, lá descobri um número de telefone que resolvi usar e prontamente fui informada da disponibilidade, e dos horários, todos os dias da semana, tanto de manhã como de tarde.

Nesse mesmo dia, de tarde, corri para o Centro e após cerca de 10 minutos de espera, correspondente a duas crianças à minha frente, lá fui (re)vacinada. 

E já agora dou conta da minha boa experiência, pois que parece que também as há.

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