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Ninguém é feliz sozinho

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O sucesso da padaria portuguesa

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Às vezes pergunto-me qual a razão do sucesso da «Padaria Portuguesa», e também de outras cadeias de padarias e afins, que têm agora surgido. Elas abrem por todo o lado, e a fórmula parece um ovo de Colombo.

Ele é a sandes, a sopa do dia, o sumo fresco, as refeições rápidas, os empregados jovens e simpáticos e muitas novidades sempre, para ir mantendo o interesse dos clientes.

O pão é um alimento muito consumido entre nós, relativamente barato, saciante e fácil de transportar e rechear.

O cheiro do pão quente faz parte das memórias olfativas da maior parte dos portugueses.

Foi das primeiras padarias a abrir, uma, na Rua do Ouro. Andei outro dia à sua procura e estava fechada, com um letreiro, a indicar que se tinha mudado para novas instalações na mesma rua.

Fui ver onde. Era nem mais nem menos, na antiga pastelaria Central da Baixa. O espaço está renovado, espaçoso e arejado, padronizado como é costume.    

Mas foi-se uma memória da baixa, mais uma que se foi, como tantas. E a Confeitaria Nacional e a Versalhes, será que resistem?  

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