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Ninguém é feliz sozinho

Ninguém é feliz sozinho

As cegonhas que hoje nos trazem os bébés

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Na primeira metade do século passado, talvez alguma avó prendada tenha bordado este babete, com os dizeres, «Não me beijes», como precaução higiénica protetora da criança, num tempo em que grassava a tuberculose e outras doenças ruins. Viemos a saber depois que beijos e mimos são indispensáveis para o crescimento.     

Ora, ter um pai e uma mãe, ou toda uma família, para não dizer toda uma aldeia, que possam dar estes mimos é a situação ideal.

Vem isto a propósito, da notícia de um conhecido jogador de futebol português, ter mandado vir, já não pela cegonha como se dizia antigamente, mas por uma barriga de aluguer, um par de gémeos para juntar ao seu primogénito, também concebido segundo o mesmo método.  

São crianças que nascem sem direito a conhecer a sua mãe. Está certo, que nem todas as mães são capazes, está certo que a estes petizes não deve vir a faltar nada, sendo enquadrados numa família e tendo sem dúvida, um pai presente e carinhoso. Mas resta a questão, será que em todo o universo feminino, não haverá uma, pelo menos uma criatura, digna de ser a mãe dos filhos da nossa estrela? 

 

 

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