Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Ninguém é feliz sozinho

Ninguém é feliz sozinho

Anjos de guarda

fisioterapia.jpg

Outro dia falei do meu ombro congelado, e da sua lenta recuperação.aqui

Mas ainda não referi os anjos de guarda que me têm ajudado a esticar o bracito, e que se chamam «move on fisio», a funcionar no Centro de Medicina do Estádio Universitário de Lisboa, e para quem não sabe,que fica em frente ao Hospital de Santa Maria.

E finalizo dizendo, que ninguém me pagou para fazer este «post».

Salvem o dragoeiro

drago 2.jpg

drago 1.jpg

Obras na Rua de São José em Lisboa, tapumes, máquinas e guindastes para mais uma casa em construção ou recuperação. Isto não seria nada de novo por esta altura, se enjaulado para proteção, não se encontrasse um enorme dragoeiro, despojo de um antigo jardim, que se pretende ainda preservar. 

Os dragoeiros são plantas pré históricas, muito resistentes, que podem viver centenas de anos, dizem que oriundos das Canárias e considerados pelos botânicos, autênticos fósseis vivos. Devem o seu nome ao tom avermelhado da sua seiva, que era comercializada para farmácia e tinturaria como se fosse sangue de dragão.   

Por isso, dizemos nós, «salvem o dragoeiro».

 

Visitantes ilustres que nos chegam

pieta.jpg

Lisboa recebe diariamente muitos visitantes, alguns mais ilustres e conhecidos do que outros. Mas deixemos a Madona das canções e fixemo-nos na «Pietá» da Basílica de S. Pedro em Roma.

Obra prima do escultor renascentista Miguel Ângelo, representando Jesus morto nos braços de sua mãe, tem agora uma reprodução exposta no Museu Nacional de Arte Antiga, no âmbito da mostra  «Madonna, tesouros dos Museus do Vaticano», que pode ser visitada até Setembro. 

Fé ou honestidade

fe.jpg

 

 A «fides» latina pode traduzir-se por fé ou honestidade. A fé no sentido religioso é coisa pessoal, que não importa aqui referir. Gostaria de focar a honestidade, a transparência ou «accountability», terminologia inglesa agora corrente. E a falta que ela nos faz. 

Realizou-se um grande concerto solidário no Meo Arena para ajudar as vítimas dos incêndios. Recolheram-se em donativos, mais de um milhão de euros, entregues à União das Misericórdias. 

Penso que a primeira preocupação desta instituição seria «dar fé», ou tornar pública, uma previsão das suas despesas para acorrer às primeiras necessidades. Ora, não encontrei rasto desta previsão. Encontrei sim no «facebook», muitas pessoas  com a mesma dúvida, a perguntarem como vão ser aplicados os donativos. 

Hoje, fui ainda surpreendida com a notícia da intervenção da União das Misericórdias no capital, (ou escassez dele), do Montepio. Simples coincidência?

São tantos os exemplos do mau uso desta virtude, que anda muito escavacada, mais do que o alusivo painel de azulejos desta bonita igreja portuense.

É de gelar com os nervos

norueg.jpg

Para que serve o Estado, que sustentamos com os nossos impostos, apetece perguntar mais uma vez?

Proteção, segurança, são seguramente as ideias que mais depressa nos chegam à mente.

Ora, um Estado que deixa roubar material de guerra, apetecível para o terrorismo, e que deixa morrer no fogo compatriotas e arder os seus bens, está muito longe de cumprir a sua missão e de corresponder às necessidades públicas.

Precisamos de mais Estado e sobretudo de melhor Estado.

Pois a atuação do que temos faz-nos gelar de medo. 

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Mensagens

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D