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Ninguém é feliz sozinho

Ninguém é feliz sozinho

O Alaska aqui tão longe

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O Alaska é um dos cinquenta estados norte americanos, sendo o maior em extensão territorial, mas com uma população muito reduzida, inferior a um milhão de habitantes. Constitui  uma península com fronteira com o Canadá e foi comprado pelos americanos aos russos em 1867. Na altura essa compra foi muito criticada, perguntando-se alguns americanos, para que iria servir aquele monte de gelo.

Em breve foi descoberto ouro e pedras preciosas, tenho havido uma corrida ao ouro, no século dezanove, com o desenvolvimento de pequenas vilas, como no velho oeste,  e a construção de uma engenhosa via férrea, de que vos envio uma foto, pela montanha fora, para exportação rápida do minério. Mais tarde no século vinte veio o petróleo.

Mas o Alaska é hoje considerado a última fronteira, um paraíso natural, quase intocado, virgem, com uma extraordinária vida selvagem, glaciares, icebergs,

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baleais, (foto onde se vislumbra um esguicho), focas, leões marinhos, salmão, algum de cultura, e ainda uma flora própria.

Ao contrário do que uma friorenta poderia pensar, no verão as temperatura máximas rondam os 14 ou 15 graus, ou seja bem suportáveis. Chuvisca, mas nada de mais. 

A beleza desta região é imensa.

 

Tempo de recordar

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Passados quinze anos continuamos a recordar o «nine eleven», ou 11 de setembro de 2001, uma data triste que mudou a nossa perceção do mundo.

As torres gémeas da cidade de Nova York foram ao chão, num cruel e inesperado atentado, ceifando num instante mais de 3000 vidas. Hoje no local existe um museu ou memorial, com os nomes da maioria das vítimas, que costuma tocar de forma especial o visitante por ter sempre algumas flores frescas, em memória de alguns dos que se foram. No buraco resultante da implosão, fez-se uma fonte ou tanque, a fonte dos caídos, mas ao lado ergue-se uma majestosa torre, como se pode ver nas fotos, que dizem ser agora o edifício mais alto do mundo. 

Não quero terminar sem uma imagem da simbólica estátua da liberdade, situada numa ilha quase em frente do lugar do sinistro, para que aquilo que representa, a liberdade, continue a ser um valor nosso.

 

Somos mamíferos, ou não somos?

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Num dos aeroportos de Nova York constatei a existência de uma espécie de cabines telefónicas, pouco maiores do que as tradicionais cabines, onde as mães se podem recolher a dar de mamar aos seus bébés. 

Não digo que algumas mulheres não se sintam confortáveis lá dentro, mas precisamos de chegar ao ponto de ter de «esconder» um ato natural, fundamental para a sobrevivência da espécie humana? Por todo o lado somos agredidos com imagens de mulheres cada vez menos vestidas ou mais despidas, mas a amamentação é incómoda e não pode ser praticada livremente.  

Apetece perguntar, mas afinal, para que servem as mamas? 

A tortura dos voos aéreos

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Dizem que uma em cada quatro pessoas tem pavor a viajar de avião. Deve ter a ver com aquele velho mito de Ìcaro, que ao voar alto, ficou com as suas asas de cera derretidas pelo calor do sol e veio a desfazer-se no solo. 

Eu diria que o pior não é o estar dentro do avião, mas sim conseguir lá chegar. 

Ele são os aeroportos e os céus congestionados, os atrasos, as mudanças de terminais dentro do mesmo aeroporto que podem levar mais do que uma hora, sim nos grandes aeroportos, mas pior do que tudo são os chamados controles de segurança. 

Um destes dias, assisti em Londres, ao pânico causado por uma mala abandonada numa das portas de embarque, com o desvio, imediato dos passageiros. Entretanto a sua dona, calmamente voltou de uma ida à casa de banho, sem se dar conta do sururu que tinha acabado de causar.

Mas também com tantas restrições as pessoas já se baralham.

Muda-se de terminal, novo controlo. Toca a passar pelas máquinas, a levantar os braços, tirar cintos e relógios, sapatos e mais que seja. Qualquer dia iremos de roupa interior.

Tudo em nome da segurança.

Dantes não era tão complicado. Por isso, é preciso sempre muita calma e o enfoque no nosso destino, quer seja uma praia paraíso, como a da foto, ou um lugar mais simplório, e o lembrarmo-nos que em tempos idos atravessar os oceanos levava semanas ou meses de grande penar.

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